sábado, 10 de junho de 2017

A MENSAGEM DE VIDA.

Apropriar-se da Justiça de Cristo
Por meio de Cristo provê-se ao homem tanto a restauração como a reconciliação. O abismo produzido pelo pecado foi transposto pela cruz do Calvário. Foi pago por Jesus um resgate pleno e completo, em virtude do qual o pecador é perdoado e mantida a justiça da lei. Todos os que crêem que Cristo é o sacrifício expiador podem chegar a Ele e receber o perdão dos pecados; pois pelos méritos de Cristo, franqueou-se a comunicação entre Deus e o homem. Deus pode aceitar-me como filho Seu, e eu posso reclamá-Lo como meu Pai amoroso e nEle me regozijar. Temos de polarizar nossas esperanças quanto ao Céu tão-somente em Cristo, porque Ele é nosso substituto e penhor. – {ME1 363.3}
Transgredimos a lei de Deus, e pelas obras da lei nenhuma carne será justificada. Os melhores esforços que o homem, em suas próprias forças, pode fazer, não têm valor para satisfazer a santa e justa lei que ele transgrediu; mas pela fé em Cristo pode ele alegar a justiça do Filho de Deus como toda-suficiente. Cristo, em Sua natureza humana satisfez as exigências da lei. Suportou a maldição da lei pelo pecador, por Ele fez expiação, para que todo aquele que nEle cresse não perecesse mas tivesse vida eterna. A fé genuína apropria-se da justiça de Cristo, e o pecador é feito vencedor com Cristo; pois ele se faz participante da natureza divina, e assim se combinam divindade e humanidade. – {ME1 363.4}
Quem procura alcançar O Céu por suas próprias obras, guardando a lei, tenta uma impossibilidade. Não pode o homem salvar-se sem a obediência, mas suas obras não devem provir de si mesmo; Cristo deve operar nele o querer e o efetuar, segundo Sua boa vontade. Se o homem pudesse salvar-se por suas obras, teria ele algo em si mesmo, pelo qual se alegrar. O esforço que o homem faz em suas próprias forças para obter a salvação, é representado pela oferta de Caim. Tudo que o homem pode fazer sem Cristo é poluído pelo egoísmo e pecado; mas aquilo que é operado pela fé é aceitável a Deus. Quando procuramos alcançar o Céu pelos méritos de Cristo, a alma faz progresso. Olhando para Jesus, autor e consumador de nossa fé, podemos prosseguir de força em força, de vitória em vitória; pois por meio de Cristo a graça de Deus operou nossa salvação completa. – {ME1 364.1}
Sem fé é impossível agradar a Deus. A fé viva habilita seu possuidor a apoiar-se nos méritos de Cristo, habilita-o a tirar grande conforto e contentamento do plano da salvação. The Review and Herald, 1º de julho de 1890. – {ME1 364.2}

domingo, 28 de maio de 2017

UMA MENSAGEM DE DEUS.

Uma Mensagem de Deus
A mensagem presente — justificação pela fé — é mensagem vinda de Deus; tem as credencias divinas, pois seu fruto é para santidade. Alguns que necessitam grandemente a preciosa verdade que lhes foi apresentada, receamos terem ficado sem receber seus benefícios. Não abriram a porta do coração para receber a Jesus como Hóspede celeste, e sofreram grande perda. Há na verdade um caminho estreito, no qual devemos caminhar; a cada passo é apresentada a cruz. Temos de aprender a viver pela fé; então as horas mais escuras serão iluminadas pelos benditos raios do Sol da Justiça. – {ME1 359.1}
Não estaremos seguros se negligenciarmos examinar as Escrituras diariamente, em busca de luz e conhecimento. Bênçãos terrestres não podem ser alcançadas sem labor; e podemos então esperar que as bênçãos espirituais e celestes venham sem fervoroso esforço de nossa parte? As minas da verdade têm de ser trabalhadas. Diz o salmista: “A exposição das Tuas palavras dá luz; dá entendimento aos símplices.” Salmo 119:13

Quando nos revestimos da justiça de Cristo, não temos nenhum prazer no pecado, pois Cristo estará trabalhando conosco. Poderemos cometer erros, mas odiaremos o pecado que causou os sofrimentos do Filho de Deus. The Review and Herald, 18 de março de 1890. – {ME1 360.2}

Se quiserdes ficar firmes através do tempo de angústia, tereis de conhecer a Cristo e apropriar-vos do dom de Sua justiça, que Ele atribui ao pecador arrependido. The Review and Herald, 22 de novembro de 1892. – {ME1 363.2}









CONTEMPLANDO JESUS

É pela fé que os olhos espirituais contemplam a glória de Jesus. Esta glória está oculta até que o Senhor comunique a luz da verdade espiritual; pois os olhos da razão não a podem ver. A glória e mistério de Cristo permanecem incompreensíveis, enevoados por sua excessiva refulgência até que o Senhor faça resplandecer na vida sua significação. ... Pela fé, o homem apreende luz divina de Cristo. Vemos incomparáveis atrativos em Sua pureza e humildade, em Sua abnegação, Seu assombroso sacrifício para salvar o homem caído. A contemplação de Cristo leva o homem a dar-se a si próprio o devido valor, pois compreende que o amor de Deus o fez grande. ... A possibilidade de ser semelhante a Jesus, a quem ama e adora, inspira-lhe aquela fé que opera por amor e purifica a alma. – {PC 56.3}
Jesus é mais precioso à pessoa que O contempla com os olhos da fé, que tudo o mais; e o crente é mais precioso a Jesus que o fino ouro de Ofir. Cristo olha às próprias mãos — os sinais da crucifixão ali se encontram; e Ele diz: “Eis que, na palma das Minhas mãos, te tenho gravado; os teus muros estão continuamente perante Mim”. Isaías 49:16. O cristão se acha murado pelas ricas, plenas promessas de um infinito Deus. – {PC 56.4}
O Senhor vem com poder e grande glória. Todos quantos fizeram de Cristo seu refúgio refletir-Lhe-ão a imagem, e serão semelhantes a Ele; pois O verão como Ele é. Eles Lhe devem ser apresentados sem “mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível”. Efésios 5:27. — The Review and Herald, 7 de Novembro de 1890. – {PC 56.5}

O Ministério dos Anjos de Deus.

O Céu se aproxima da Terra por meio daquela escada espiritual cuja base está firmemente plantada na Terra, enquanto seu último degrau atinge o trono do Ser infinito. Anjos estão constantemente subindo e descendo por essa escada de fulgurante brilho, levando ao Pai, no alto, as orações dos necessitados e angustiados e trazendo bênção e esperança, coragem e auxílio aos filhos dos homens. Esses anjos de luz criam uma atmosfera celestial, erguendo-nos para o invisível e eterno. Não lhes podemos contemplar as formas com nossa vista natural; somente pela visão espiritual podemos distinguir os seres celestiais. Somente o ouvido espiritual pode ouvir a harmonia de vozes celestiais. – {AA 84.4}
“O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que O temem e os livra”. Salmos 34:7. Deus encarrega Seus anjos de salvar Seus escolhidos da calamidade, de guardá-los da “peste que anda na escuridão”, e da “mortandade que assola ao meio-dia”. Salmos 91:6. Repetidas vezes, têm anjos falado com homens, do mesmo modo como um homem fala com seu amigo, e os têm levado para lugares livres de perigo. Uma e outra vez têm as encorajadoras palavras dos anjos renovado o ânimo prostrado dos fiéis, desviando-lhes o espírito das coisas da Terra, levando-os a contemplar pela fé as vestes brancas, as coroas, as palmas da vitória que os vencedores receberão junto ao grande trono branco. – {AA 84.5}
Faz parte da obra dos anjos proteger os que são provados, atender aos sofredores e tentados. Trabalham incansavelmente em favor daqueles por quem Cristo morreu. Quando os pecadores aceitam entregar-se ao Salvador, os anjos levam as novas ao Céu, e há grande regozijo entre as hostes celestiais. “Haverá alegria no Céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento”. Lucas 15:7. Um registro é levado ao Céu, de todo o esforço bem-sucedido de nossa parte para dissipar as trevas e propagar o conhecimento de Cristo. Ao ser a ação referida diante do Pai, fremente alegria toma posse de toda a multidão celestial. – {AA 84.6}
Os principados e potestades do Céu estão observando a luta em que, sob circunstâncias aparentemente desanimadoras, os servos de Deus se acham empenhados. Novas conquistas estão sendo conseguidas, novas honras ganhas, ao saírem os cristãos arregimentados em torno da bandeira de seu Redentor, para combater o bom combate da fé. Todos os anjos celestiais estão ao serviço do humilde e crente povo de Deus; e, ao entoar o exército de obreiros do Senhor, seus cânticos de louvor aqui na Terra, o coro celestial une-se com eles no louvor a Deus e a Seu Filho. – {AA 85.1}
Precisamos conhecer melhor a missão dos anjos. Convém lembrar que cada verdadeiro filho de Deus tem a cooperação dos seres celestiais. Exércitos invisíveis, de luz e poder, auxiliam os mansos e humildes que crêem nas promessas de Deus e as reclamam. Querubins, serafins e anjos magníficos em poder, estão à destra de Deus, sendo “todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação”. Hebreus 1:14. – {AA 85.2}

Ministério dos santos anjos — Precisamos conhecer melhor do que conhecemos a missão dos anjos. Convém lembrar que cada verdadeiro filho de Deus tem a cooperação dos seres celestiais. Exércitos invisíveis, de luz e poder, auxiliam os mansos e humildes que crêem nas promessas de Deus e as reclamam. Querubins, serafins e anjos magníficos em poder, estão à destra de Deus, sendo “todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação”. — Atos dos Apóstolos, 154 (1911). – {CEv 110.1}
Milhares de anjos — Ao trabalhardes pelas almas que perecem, tendes como companheiros os anjos. Milhares de milhares, e miríades de miríades de anjos estão aguardam a oportunidade de cooperar com os membros de nossas igrejas para comunicar a luz que Deus generosamente concedeu, a fim de que se prepare um povo para a vinda de Cristo. — Testemunhos Selectos 3:347, 348 (1909). – {CEv 110.2}
Eles estão sempre perto — Aqueles que trabalham para o bem dos outros, fazem-no em união com os anjos celestiais. Têm sua constante companhia, seu incessante ministério. Anjos de luz e poder se acham sempre perto para proteger, confortar, curar, instruir, inspirar. A eles pertence a mais elevada educação, a mais verdadeira cultura, o mais exaltado serviço ao alcance de seres humanos neste mundo. — Obreiros Evangélicos, 315 (1900). – {CEv 110.3}

Jesus e os santos anjos darão êxito aos esforços de homens inteligentes e tementes a Deus, que façam tudo que está em seu poder para salvar almas. Quietamente, modestamente, com o coração transbordante de amor, procurem eles almas que investiguem a verdade, empenhando-se em estudos bíblicos, quando podem. Assim fazendo, estarão semeando a semente da verdade ao lado de todas as águas, anunciando as virtudes dAquele que os chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz. Os que estão fazendo esta obra com motivos corretos, estão efetuando um importante trabalho de auxílio. Não manifestarão um caráter débil e indeciso. Seu espírito está-se alargando, suas maneiras estão-se tornando mais polidas. Não devem colocar limites a sua melhora, mas cada dia tornar-se melhor adaptados para fazer bom trabalho. — Idem, 5:403 (1885). – {CEv 113.1}

segunda-feira, 3 de abril de 2017

HÁ UM SANTUÁRIO NO CÉU.

A arca do tabernáculo terrestre continha as duas tábuas de pedra, sobre as quais se achavam inscritos os preceitos da lei de Deus. A arca era mero receptáculo das tábuas da lei, e a presença desses preceitos divinos é que lhe dava valor e santidade. Quando se abriu o templo de Deus no Céu, foi vista a arca do Seu testemunho. Dentro do Santo dos Santos, no santuário celestial, acha-se guardada sagradamente a lei divina — a lei que foi pronunciada pelo próprio Deus em meio dos trovões do Sinai, e escrita por Seu próprio dedo nas tábuas de pedra. {CS 105.2}
Cristo em Seu Santuário, p. 105.3
A lei de Deus no santuário celeste é o grande original, de que os preceitos inscritos nas tábuas de pedra, registrados por Moisés no Pentateuco, eram uma transcrição exata. Os que chegaram à compreensão deste ponto importante, foram assim levados a ver o caráter sagrado e imutável da lei divina. Viram, como nunca dantes, a força das palavras do Salvador: “Até que 106o céu e a Terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei.” Mateus 5:18. A lei de Deus, sendo a revelação de sua vontade, a transcrição de Seu caráter, deve permanecer para sempre, “como uma fiel testemunha no Céu.” Nenhum mandamento foi anulado; nenhum jota ou til se mudou. Diz o salmista: ‘Para sempre, ó Senhor, a Tua palavra permanece no Céu.” São “fiéis todos os Seus mandamentos. Permanecem firmes para todo o sempre.” Salmos 119:89; 111:7, 8. {CS 105.3}

No próprio centro do decálogo está o quarto mandamento, conforme foi a princípio proclamado: “Lembra-te do dia do sábado para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra, mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus: não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a Terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou: portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.” Êxodo 20:8-11. {CS 106.1}
Cristo em Seu Santuário, p. 106.2
O Espírito de Deus tocou o coração dos que estudavam a Sua Palavra. Impressionava-os a convicção de que haviam ignorantemente transgredido este preceito, deixando de tomar em consideração o dia de repouso do Criador. Começaram a examinar as razões para a observância do primeiro dia da semana em lugar do dia que Deus havia santificado. Não puderam achar nas Escrituras prova alguma de que o quarto mandamento tivesse sido abolido, ou de que o sábado fora mudado; a bênção que a princípio aureolava o sétimo dia nunca fora removida. Sinceramente tinham estado a procurar conhecer e fazer a vontade de Deus; agora, como se vissem transgressores de Sua lei, encheu-se-lhes o coração de tristeza, e manifestaram lealdade para com Deus, santificando Seu sábado. {CS 106.2}

Muitos e tenazes foram os esforços feitos para subverter-lhes a fé. Ninguém poderia deixar de ver que, se o santuário terrestre era uma figura ou modelo do celestial, a lei depositada na arca, na Terra, era uma transcrição exata da lei na arca, que está no Céu; e que a aceitação da verdade concernente ao santuário celeste envolvia o reconhecimento dos requisitos da lei de Deus, e da obrigatoriedade do Sábado do quarto mandamento. Aí estava o segredo da oposição atroz e decidida à exposição harmoniosa das Escrituras, que revelavam o ministério de Cristo no santuário celestial. Os homens procuravam 107fechar a porta que Deus havia aberto, e abrir a que Ele fechara. Mas “O que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre”, tinha declarado: “Eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar.” Apocalipse 3:7, 8. Cristo abrira a porta, ou o ministério, do lugar santíssimo; resplandecia a luz por aquela porta aberta do santuário celestial, e demonstrou-se estar o quarto mandamento incluído na lei que ali se acha encerrada; o que Deus estabeleceu ninguém pode derribar. {CS 106.3}
Cristo em Seu Santuário, p. 107.1
Os que aceitaram a luz relativa à mediação de Cristo e à perpetuidade da lei de Deus, acharam que estas eram as verdades apresentadas no capítulo 14 de Apocalipse. As mensagens deste capítulo constituem uma tríplice advertência, que deve preparar os habitantes da Terra para a segunda vinda do Senhor. O anúncio: — “Vinda é a hora do Seu juízo” — aponta para a obra finalizadora do ministério de Cristo para a salvação dos homens. Anuncia uma verdade que deve ser proclamada até que cesse a intercessão do Salvador, e Ele volte à Terra para receber o Seu povo. A obra do juízo que começou em 1844, deve continuar até que os casos de todos estejam decididos, tanto dos vivos como dos mortos; disso se conclui que ela se estenderá até ao final do tempo de graça para a humanidade. A fim de que os homens possam preparar-se para estar em pé no juízo, a mensagem lhes ordena temer a Deus e dar-Lhe glória, “e adorar Aquele que fez o céu e a Terra, e o mar, e as fontes das águas.” O resultado da aceitação destas mensagens é dado nestas palavras: “Aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus, e a fé de Jesus.” A fim de se prepararem para o juízo, é necessário que os homens guardem a lei de Deus. Esta lei será a norma de caráter no juízo. — O Grande Conflito, 432-435. {CS 107.1}
Cristo em Seu Santuário, p. 107.2
Os que receberam a luz concernente ao santuário e à imutabilidade da lei de Deus, encheram-se de alegria e admiração, ao verem a beleza e harmonia do conjunto de verdades que se lhes desvendaram ao entendimento. — O Grande Conflito, 453. {CS 107.2}

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Ignorar o mal.

O Redentor do mundo não queria que o homem ficasse em ignorância dos ardis de Satanás. A grande confederação do mal é alistada contra os que querem vencer; mas Cristo deseja que olhemos para as coisas que não se vêem, para os exércitos do Céu que se acampam ao redor dos que amam a Deus, a fim de livrá-los. Os anjos do Céu estão interessados em favor do homem. O poder da Onipotência está à disposição dos que confiam em Deus. O Pai aceita a justiça de Cristo em favor de Seus seguidores, e eles são circundados de luz e santidade que Satanás não pode atravessar. A voz do Capitão de nossa salvação fala a Seus seguidores, dizendo: “‘Tende bom ânimo; Eu venci o mundo.’ Sou vossa defesa; prossegui para a vitória.” – {FO 82.4}

Saúde física e espiritual.

Os que servem a Deus em sinceridade e verdade devem ser um povo peculiar, diferentes do mundo e dele separados. Seu alimento será preparado não com vistas a estimular à glutonaria ou satisfazer o paladar pervertido, mas para assegurar-lhes maior força física e, conseqüentemente, melhores condições mentais. ... – {CSa 50.2}
A excessiva condescendência no comer e beber é pecado. Nosso Pai celestial outorgou-nos a grande bênção da reforma da saúde, para que possamos glorificá-Lo, atendendo as reivindicações que Ele tem sobre nós. É dever de todos os que receberem luz sobre esse importante assunto manifestar maior interesse para com aqueles que ainda estão sofrendo por falta de conhecimento. Os que estão aguardando o breve aparecimento de seu Salvador devem ser os últimos a manifestar falta de interesse nesta grande obra de reforma. A ação harmoniosa e salutar de todas as energias do corpo e da mente resulta em felicidade; quanto mais elevadas e aprimoradas as energias, tanto mais pura e perfeita a felicidade. Uma vida sem objetivo é uma vida morta. A mente deve deter-se sobre assuntos relacionados com nossos interesses eternos. Isso conduzirá à saúde do corpo e da mente. – {CSa 50.3}