sábado, 5 de setembro de 2026

Uma prova viva do terno cuidado de Deus

 

“Porque lhes escrevi no meio de muitos sofrimentos e angústia de coração, com muitas lágrimas, não para que vocês ficassem tristes, mas para que soubessem do amor que tenho por vocês” 2Corinthios 2:4

Leia, de Ellen G. White, Atos dos Apóstolos [CPB, 2021], “A mensagem atendida” (p. 206-213)

“Os que têm suportado as maiores tristezas são frequentemente os que transmitem aos outros o maior conforto, levando a luz do Sol aonde quer que vão. Essas pessoas foram purificadas e sensibilizadas por suas aflições; não perderam a confiança em Deus quando assaltadas pelas dificuldades, mas se apegaram mais intimamente ao Seu protetor amor. São uma prova viva do terno cuidado de Deus” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas [CPB, 2023], v. 2, p. 228)


“Uma vida cristã consagrada está sempre derramando luz, consolo e paz. Caracteriza-se pelo tato, pela pureza, simplicidade e utilidade. É dirigida por aquele amor abnegado que santifica a influência. Está repleta de Cristo e deixa um rasto de luz por onde quer que passe seu possuidor” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas [CPB, 2022], p. 594)


“O apóstolo Paulo achou necessário reprovar o erro na igreja, mas não perdeu o domínio próprio ao reprovar o erro. Explica ansiosamente a razão para sua atitude. Quão cuidadosamente ele se esforçava para deixar a impressão de que era amigo dos faltosos! Fazia-os entender que lhe era doloroso causar-lhes dor. Deixava-lhes na mente a impressão de que seu interesse estava identificado com o deles” (“Comentários de Ellen G. White”, em Comentário Bíblico Adventista, v. 6, p. 1.219)


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ASSUMIR A FUNÇÃO DE TODOS.

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"Uma mulher comete para consigo mesma e a família uma grave injustiça quando ela faz seu trabalho e o deles também — quando traz a lenha e a água, e até pega o machado para cortar a lenha, enquanto o marido e os filhos se sentam por perto do fogo, entretendo-se em conversar. Nunca foi desígnio de Deus que as mães e esposas fossem escravas de suas famílias. Muita mãe se acha sobrecarregada de cuidados, ao passo que os filhos não são educados a partilhar dos encargos domésticos. Em conseqüência, elas envelhecem e morrem prematuramente, deixando os filhos justamente quando a mãe é mais necessária para guiá-los em sua inexperiência. De quem é a culpa? T5 180.3

Os maridos devem fazer tudo quanto lhes seja possível para poupar cuidados à esposa, e manter-lhe o espírito animoso. Nunca se deve fomentar ou permitir nos filhos a preguiça, pois em breve se torna hábito. Quando não empregadas em ocupação útil, as faculdades ou se enfraquecem ou se tornam ativas em alguma obra má. T5 181.1

O que você necessita, meu irmão, é exercício ativo. Cada traço de seu semblante, cada faculdade de sua mente, assim o indica. Você não gosta de trabalho árduo, nem de ganhar seu pão com o suor de seu rosto. Mas esse é o plano ordenado por Deus na economia da vida. T5 181.2

Você deixa sem concluir aquilo que inicia. Não se disciplinou na regularidade. A sistematização é tudo. Faça apenas uma coisa de cada vez, e faça-a bem, finalizando-a antes de começar um segundo trabalho. Você deve ter horas regulares para levantar, para orar, para comer. Muitos perdem preciosas horas de atividade na cama, porque isso satisfaz sua inclinação natural, e fazer o contrário requer esforço. Uma hora perdida de manhã, está perdida para nunca mais ser recuperada. Diz o sábio: “Passei pelo campo do preguiçoso, e junto à vinha do homem falto de entendimento; e eis que toda estava cheia de cardos, e a sua superfície coberta de urtigas, e a sua parede de pedra estava derribada. O que tendo eu visto, o considerei; e, vendo-o, recebi instrução. Um pouco de sono, adormecendo um pouco, encruzando as mãos outro pouco, para estar deitado; assim sobrevirá a tua pobreza como um ladrão, e a tua necessidade como um homem armado.” Provérbios 24:30-34. T5 181.3

Os que têm qualquer pretensão à piedade, devem adornar a doutrina que professam, e não dar ocasião de que a verdade seja ultrajada em virtude de seu procedimento precipitado. “A ninguém devais coisa alguma” (Romanos 13:8), diz o apóstolo. Você deve agora, meu irmão, empreender imediatamente a correção de seus hábitos de indolência, remindo o tempo. Veja o mundo que a verdade efetuou uma reforma em sua vida. T5 181.4

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*FELIZ SÁBADO*


É o Desejo de seu irmão 

Douglas Borges 

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O relacionamento entre marido e esposa

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O relacionamento entre marido e esposa

Os que consideram a relação matrimonial como uma das sagradas ordenanças de Deus, guardada pelo Seu santo preceito, serão controlados pelos ditames da razão. Jesus não impõe o celibato a qualquer classe de homens. Ele veio não para destruir a sagrada relação matrimonial, mas para exaltá-la e restaurá-la em sua santidade original. Ele olha com prazer para a relação de família onde o amor sagrado e altruísta é a força dominante. CI 136.1
O casamento é legítimo e santo — Não é nenhum pecado em si o comer e beber, ou casar-se e dar-se em casamento. Era correto casar no tempo de Noé, e é correto fazê-lo agora, desde que isto que é correto seja tratado convenientemente e não levado a pecaminoso excesso. Mas nos dias de Noé os homens casavam sem consultar a Deus ou buscar Sua guia e conselho. [...] CI 136.2
O fato de que todas as relações da vida são de natureza transitória devia exercer uma influência modificadora sobre tudo que fazemos e dizemos. Nos dias de Noé foi o amor desordenado excessivo daquilo que era em si mesmo legítimo quando usado com propriedade que tornou o casamento pecaminoso aos olhos de Deus. Há muitos que estão perdendo a alma nesta época do mundo por se deixarem absorver por pensamentos de casamento e na relação matrimonial em si. CI 136.3
A relação matrimonial é santa, mas neste século degenerado encobre violências de toda espécie. Dela se tem abusado e ela tem-se tornado um crime que agora constitui um dos sinais dos últimos dias, tal como nos dias anteriores ao dilúvio o casamento, tratado como o foi, tornara-se então um crime. [...] Quando a natureza sagrada do casamento e seus altos propósitos são compreendidos, será mesmo agora aprovado pelo Céu; e o resultado será felicidade para ambas as partes, e Deus será glorificado. CI 136.4
Os privilégios do casamento — Os que professam ser cristãos [...] [devem] ponderar então devidamente o resultado de cada privilégio das relações conjugais, fundamentando cada ação em santificado princípio. Em inúmeros casos os pais [...] têm abusado de seus privilégios matrimoniais, e pela condescendência têm fortalecido suas paixões sensuais. CI 136.5
[Em outra ocasião, a Sra. White falou sobre a “privacidade e privilégios da relação conjugal”.] CI 137.1
É o levar ao excesso o que é lícito, o que o torna grave pecado. CI 137.2
Muitos pais não obtêm o conhecimento que deviam em sua vida conjugal. Não se guardam para que Satanás não se aproveite deles, controlando-lhes a mente e a vida. Não vêem que Deus requer que eles controlem sua vida conjugal, evitando qualquer excesso. Bem poucos, porém, sentem ser um dever religioso reger as próprias paixões. Uniram-se em matrimônio ao objeto de sua escolha, e daí raciocinam que o casamento santifica a condescendência com as paixões inferiores. Mesmo homens e mulheres que professam piedade dão rédea solta a suas paixões de concupiscência, e nem pensam que Deus os considera responsáveis pelo dispêndio da energia vital que lhes enfraquece o suporte da vida e lhes debilita todo o organismo. CI 137.3
Abnegação e temperança — Oh! se eu pudesse fazer todos compreenderem sua obrigação para com Deus quanto a conservar a estrutura mental e física nas melhores condições a fim de prestarem serviço perfeito a seu Criador! Refreie-se a esposa cristã, tanto por palavras como por atos, de despertar as paixões sensuais do marido. Muitos não têm absolutamente forças para desperdiçarem nessa direção. Desde sua juventude têm enfraquecido o cérebro e debilitado sua constituição em virtude da satisfação dos apetites sensuais. Abnegação e temperança, eis o que devia constituir sua divisa na vida conjugal. CI 137.4
Estamos sob solenes obrigações a Deus de conservar puro o espírito e sadio o corpo, para que possamos ser um benefício para a humanidade e render a Deus perfeito serviço. O apóstolo pronuncia estas palavras de advertência: “Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências”. Romanos 6:12. Ele nos anima a avançar dizendo que “todo aquele que luta de tudo se abstém”. 1 Coríntios 9:25. Exorta todos que se dizem cristãos a apresentarem o seu corpo como “sacrifício vivo, santo e agradável a Deus”. Romanos 12:1. Diz ainda: “Subjugo o meu corpo e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros, eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado”. 1 Coríntios 9:27. CI 137.5
Não é um amor puro o que leva um homem a tornar sua esposa instrumento para servir a sua sensualidade. É a paixão sensual que clama por satisfação. Quão poucos os homens que manifestam seu amor na maneira indicada pelo apóstolo: “Como também Cristo amou a igreja e a Si mesmo Se entregou por ela, para [não poluí-la, mas] a santificar, purificando-a” [...] para a apresentar [...] santa e irrepreensível”. Efésios 5:25-27. Tal é, nas relações conjugais, o amor que Deus reconhece como santo. O amor é um princípio puro e santo; a paixão sensual, porém, não admitirá restrição, e não será ditada pela razão ou por ela controlada. É cega às conseqüências; não raciocina de causa para efeito. CI 137.6
Por que busca Satanás debilitar o autocontrole — Satanás procura rebaixar a norma de pureza e enfraquecer o autocontrole dos que se casam, porque sabe que enquanto as paixões subalternas estão em ascendência, as faculdades morais se tornam seguramente mais fracas, e ele não precisa preocupar-se com o seu crescimento espiritual. Ele sabe também que de nenhuma outra maneira pode estampar melhor a sua própria imagem odiosa na descendência deles, e que assim pode moldar mais facilmente o caráter dos filhos do que o caráter dos pais. CI 138.1
Homens e mulheres, um dia aprendereis o que seja a concupiscência e os resultados de satisfazê-la. Pode-se encontrar no casamento paixão de tão baixa qualidade, como fora dele. CI 138.2
Qual o resultado de dar livre curso às paixões inferiores? [...] O leito conjugal, onde anjos de Deus devem estar presentes, é profanado por práticas perversas. E porque domina deprimente animalismo, os corpos são corrompidos; práticas abomináveis levam a enfermidades abomináveis. O que Deus deu como uma bênção tem-se feito uma maldição. CI 138.3
O excesso sexual destruirá com efeito o amor para com os cultos devocionais, tirará do cérebro a substância necessária para nutrir o organismo, vindo positivamente a debilitar a vitalidade. Mulher alguma deve ajudar o marido nesta obra de autodestruição. Ela não o fará caso esteja esclarecida, e tenha por ele verdadeiro amor. CI 138.4
Quanto mais condescendência houver com as paixões sensuais, tanto mais fortes se tornarão elas, e mais violentos serão seus reclamos quanto à satisfação. Que os homens e mulheres tementes a Deus despertem para o seu dever. Muitos professos cristãos sofrem de paralisia de nervos e cérebro, devido a sua intemperança neste sentido. CI 138.5
Os maridos devem mostrar consideração — Os maridos devem ser cuidadosos, atenciosos, constantes, fiéis e compassivos. Devem manifestar amor e simpatia. Se cumprirem as palavras de Cristo, seu amor não será de baixa natureza, terreno; de caráter sensual que leve à destruição do próprio corpo, e debilidade e enfermidade à esposa. Não serão condescendentes para com a satisfação de baixas paixões, fazendo ouvir a esposa que ela deve ser sujeita ao marido em tudo. Quando o esposo tem a nobreza de caráter, a pureza de coração, a elevação de espírito que cada cristão deve possuir, isto se revelará na associação matrimonial. Se ele tem a mente de Cristo, não será um destruidor do corpo, mas estará cheio de terno amor, procurando alcançar a mais elevada norma em Cristo. CI 138.6
Homem algum amará verdadeiramente a sua esposa quando ela se submete pacientemente a tornar-se sua escrava, e servir a suas depravadas paixões. Em sua passiva submissão, ela perde o valor que outrora possuía aos olhos dele. Ele a vê degradada de tudo quanto era elevado, para um baixo nível; e não demora a que suspeite que ela se submeta com a mesma passividade a ser degradada por outro assim como por ele. Duvida-lhe da constância e pureza, cansa-se dela, e busca novos objetos para despertar e intensificar suas paixões infernais. A lei de Deus não é considerada. Tais homens são piores que os animais; são demônios em forma humana. Não conhecem os elevados, enobrecedores princípios do amor verdadeiro e santificado. CI 139.1
Também a esposa fica ciumenta do marido, e suspeita que, em havendo oportunidade, ele com a mesma prontidão dirigiria a outra, da mesma maneira que a ela, suas atenções amorosas. Vê que ele não é regido pela consciência ou o temor de Deus; todas essas santas barreiras são derribadas pelas paixões concupiscentes; tudo quanto é no marido semelhante a Deus, torna-se servo da concupiscência embrutecedora e vil. CI 139.2
Quando surgem exigências irrazoáveis — A questão a ser assentada agora, é: Há de a esposa sentir-se obrigada a ceder implicitamente às exigências do marido, quando ela vê que coisa alguma senão a paixão vil o domina, e quando sua razão e discernimento se acham convencidos de que ela o faz com dano do próprio corpo que Deus lhe ordenou possuir em santificação e honra, conservar como um sacrifício vivo para Deus? CI 139.3
Não é amor puro e santo o que leva a esposa a satisfazer às propensões sensuais do esposo, com prejuízo da saúde e da vida. Caso ela tenha verdadeiro amor e sabedoria, procurará desviar-lhe a mente da satisfação das paixões impuras para assuntos elevados e espirituais, falando sobre assuntos espirituais interessantes. Talvez seja necessário insistir humilde e afetuosamente, mesmo com risco de o desagradar, em que ela não pode desonrar seu corpo, cedendo a excessos sexuais. Deve, bondosa e ternamente, lembrar-lhe que Deus tem direitos mais altos, acima de todos os outros direitos, sobre todo o seu ser, e que ela não pode desrespeitar esses direitos, pois será por isto responsável no grande dia de Deus. [...] CI 139.4
Caso ela eleve suas afeições, e em santificação e honra conserve sua pura dignidade de mulher, poderá por sua sensata influência, fazer muito para santificar o marido, cumprindo assim sua alta missão. Por esta maneira de agir, ela pode salvar tanto o marido, como a si mesma, realizando uma dupla obra. Nesta questão, tão delicada e tão difícil de manejar, são necessárias muita sabedoria e paciência, bem como ânimo e fortaleza morais. Graça e resistência podem ser obtidas na oração. O amor sincero deve ser o princípio dominante do coração. Amor a Deus e ao esposo pode unicamente ser a justa norma de procedimento. [...] CI 139.5
Quando a mulher sujeita o corpo e o espírito ao domínio do marido, sendo passiva diante da vontade dele em tudo, sacrificando sua consciência, dignidade e mesmo personalidade, perde a oportunidade de exercer aquela poderosa influência que deveria possuir para o bem, a fim de elevar o marido. Ela podia abrandar-lhe a natureza áspera, e sua santificadora influência poderia ser usada de modo a purificar e polir, levando-o a esforçar-se zelosamente por governar as próprias paixões, e ser mais espiritual, para que sejam juntamente participantes da divina natureza, havendo escapado da corrupção que pela concupiscência há no mundo. Grande pode ser o poder da influência no conduzir a mente a assuntos elevados e nobres, acima das baixas condescendências sensuais naturalmente buscadas pelo coração não renovado pela graça. Caso a esposa ache que, a fim de agradar ao marido, deve descer à norma por ele mantida, quando a paixão sensual é a principal base de seu amor e lhe rege as ações, ela desagrada a Deus; pois deixa de exercer uma santificadora influência sobre o marido. Se ela acha dever submeter-se a suas paixões sensuais sem uma palavra de admoestação, não compreende seu dever para com ele e para com o seu Deus. CI 140.1
Nosso corpo foi comprado — As mais baixas paixões têm sua sede no corpo e por seu intermédio operam. As palavras “carne” ou “carnal” ou ainda “concupiscência da carne” envolvem a natureza inferior, corrupta; a carne por si mesma não pode agir contrariamente à vontade de Deus. É-nos ordenado crucificar a carne com suas afeições e concupiscências. Como o faremos? Devemos infligir sofrimento ao corpo? Não; mas dar morte à tentação do pecado. Os pensamentos corruptos devem ser expulsos. Todo o pensamento deve ser levado cativo a Jesus Cristo. Toda propensão animal deve ser sujeita às faculdades mais altas da alma. O amor de Deus deve reinar supremo; Cristo deve ocupar um trono não dividido. Nosso corpo deve ser considerado como havendo sido comprado. Os membros do corpo devem tornar-se instrumentos de justiça. — O Lar Adventista, 121-128. CI 140.2
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OS QUE REPROVAM O MAL

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"*Aqueles que têm muito pouca coragem para reprovar o mal, ou que pela indolência ou falta de interesse não fazem um esforço ardoroso para purificar a família ou a igreja de Deus, são responsáveis pelos males que possam resultar de sua negligência ao dever.* *Somos precisamente tão responsáveis pelos males que poderíamos ter impedido nos outros pelo exercício da autoridade paterna ou pastoral, como se esses atos tivessem sido nossos.*" PP 425.3

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DEUS SÓ PODE USAR AQUELES QUE TOMAM DECISÕES PELO CORRETO.

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Deus chama homens como Elias, Natã e João Batista — homens que levarão fielmente Sua mensagem sem considerar as conseqüências; que corajosamente falarão a verdade, ainda que isso signifique sacrifício de tudo que possuem. PR 69.1

*Deus não pode usar homens que, em tempos de perigo, quando a força, a coragem e a influência de todos são necessárias, temem tomar uma firme posição pelo direito.* Ele chama a homens para que se empenhem fielmente na batalha contra o erro, guerreando contra principados e potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as forças espirituais da maldade nos lugares celestiais. A tais é que Ele dirigirá as palavras: “Bem está, bom e fiel servo [...] entra no gozo do teu Senhor”. Mateus 25:23. PR 69.2

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ORAR SEGUNDO A VONTADE DELE.

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“Se não recebemos exatamente as coisas que pedimos e ao tempo desejado, devemos, não obstante, crer que o Senhor nos ouve, e que atenderá às nossas orações […] dando-nos aquilo que é para o nosso maior bem – aquilo que nós mesmos desejaríamos se, com vista divinamente iluminada, pudéssemos ver todas as coisas como são na realidade” (Caminho a Cristo, p. 96).


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UM SUMO SACERDOTE


     Sofrimento e glória

   Louvemos ao Senhor por termos um compassivo e meigo Sumo Sacerdote que pode Se compadecer das nossas fraquezas. Não esperamos ter repouso aqui. Não, absolutamente não. O caminho para o Céu é uma via crucis; ele é reto e estreito, mas avançaremos com disposição, sabendo que o Rei da glória já trilhou esse caminho antes de nós.

   Não reclamaremos da aspereza do caminho, mas seremos humildes seguidores de Jesus, andando em Suas pegadas. Ele era um homem de dores, familiarizado com o sofrimento. Por nossa causa Se fez pobre, para que, por meio de Sua pobreza, pudéssemos nos tornar ricos. Nós nos regozijaremos na tribulação e nos lembraremos do galardão: “Eterno peso de glória, acima de toda comparação” (2Co 4:17).

   Não pensaremos em murmurar pelo fato de termos provações. Os amados filhos de Deus sempre as tiveram, e toda provação bem resistida aqui só poderá nos tornar ricos em glória. Eu anseio pela parte do sofrimento. Eu não iria para o Céu sem sofrer, se pudesse; como contemplar a Jesus, que sofreu tanto por nós a fim de adquirir-nos uma herança tão rica? Como ver os mártires que depuseram sua vida pela verdade, e por amor a Jesus? Não, não. Que eu seja aperfeiçoada por meio do sofrimento. Anseio participar com Cristo de Seus sofrimentos, pois, se o fizer, sei que participarei com Ele de Sua glória. Jesus é o nosso modelo. Vamos nos empenhar para que nossa vida se aproxime o máximo possível de Cristo.


   Minha alma clama pelo Deus vivo. Meu ser anseia por Ele. Ah, quem me dera refletir perfeitamente Sua amorosa imagem! Ah, quem me dera ser totalmente consagrada a Ele! Como é difícil para o eu morrer! Podemos regozijar-nos com um Salvador perfeito, que nos salva de todo pecado. Podemos estar escondidos em Deus de modo a podermos dizer: “Já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim para efetuar tanto o querer como o realizar, segundo a Sua boa vontade.” Glória seja dada a Deus! Sei que minha vida se acha escondida com Cristo em Deus.


   O véu foi erguido. Vi a preciosa recompensa reservada para os santos. Tive uma amostra das alegrias do mundo por vir, e ela inutilizou este mundo para mim. Minhas afeições, meus interesses, esperanças, e tudo o mais está no Céu. Anseio ver o Rei em Sua beleza, Aquele a quem meu coração ama. Céu, amado Céu! Anseio ali estar; e o pensamento de que ele está perto me deixa quase impaciente para que Cristo venha. Louvemos ao Senhor pela excelente esperança de imortalidade e vida eterna por meio de Jesus Cristo (Refletindo a Cristo, 2 de dezembro)

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