sábado, 26 de setembro de 2026

O SUPREMO AMOR DE DEUS

    Todo o amor paternal que veio de geração em geração por meio do coração humano e toda fonte de ternura que se abriu na alma do homem não passam de tênue riacho em comparação com o ilimitado oceano, quando postos ao lado do infinito, inesgotável amor de Deus. A língua não consegue exprimir, nem a caneta é capaz de descrever isso. Pode-se meditar nele todos os dias de nossa vida; pode-se examinar diligentemente as Escrituras a fim de compreendê-lo; pode-se reunir toda faculdade e poder a nós concedidos por Deus, no esforço de compreender o amor e a compaixão do Pai celestial; e todavia existe ainda um infinito para além. Pode-se estudar por séculos esse amor; no entanto, jamais se poderá compreender plenamente a extensão, a largura, a profundidade e a altura do amor de Deus em dar Seu Filho para morrer pelo mundo. A própria eternidade nunca o poderá bem revelar. No entanto, ao estudarmos a Bíblia e meditarmos sobre a vida de Cristo e o plano da redenção, esses grandes temas se desdobrarão cada vez mais ao nosso entendimento (Testemunhos para a Igreja, v. 5, p. 628).


   Supremo amor por Deus e desinteressado amor mútuo: esse é o melhor dom que nosso Pai celestial pode conceder. Esse amor não é simplesmente um ímpeto, mas um princípio divino, um poder permanente. O coração não consagrado não consegue criá-lo nem produzi-lo. Ele é achado somente no coração em que Jesus reina. “Nós amamos porque Ele nos amou primeiro” (1Jo 4:19). No coração renovado pela graça divina, o amor é o princípio que regula a ação. Ele modifica o caráter, controla os impulsos, domina as paixões e enobrece as afeições. Esse amor, cultivado no coração, torna a vida agradável e derrama influência enobrecedora ao redor (Atos dos Apóstolos, p. 351).


   Leia: Filhos e Filhas de Deus, 24 de setembro (“Somos testemunhas de Deus”).

   Maravilhosa Graça, 18 de agosto (“Atmosfera vivificante”)

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