quinta-feira, 2 de outubro de 2014

COMO CULTUAR DE VERDADE.

Recebi há pouco de um irmão, a quem tenho em alta estima, uma carta em que me perguntava como devem ser dirigidas as reuniões. Desejava saber se diversas orações devem ser oferecidas sucessivamente e, após pequena pausa, várias outras orações. – {TS1 273.1}

Pela luz que tenho recebido sobre o assunto, sou de opinião que Deus não requer que ao nos reunirmos para adorá-Lo, façamos disso um período enfadonho e cansativo ao ficarmos muito tempo ajoelhados, ouvindo uma série de compridas orações. Pessoas fracas não podem suportar essa sobrecarga sem ficarem extremamente fatigadas e exaustas. O corpo fica cansado por permanecer inclinado durante tanto tempo; e pior ainda, a mente se torna fatigada em virtude dessas prolongadas orações, deixando de receber o refrigério espiritual, fazendo com que essas reuniões resultem em grande prejuízo. Eles se tornaram fatigados mental e fisicamente, e não receberam poder espiritual. – {TS1 273.2}
As reuniões de testemunhos e oração não devem causar tédio. Sendo possível, todos devem comparecer à hora marcada e, se houver retardatários que se atrasem um quarto de hora ou mais, cumpre não esperar por eles. Se houver apenas duas pessoas presentes, elas podem reivindicar a promessa. As reuniões devem, sendo possível, ser iniciadas na hora marcada, quer estejam presentes poucos ou muitos. O formalismo e o constrangimento devem ser postos de lado, devendo todos estar prontos para o dever. Em condições normais as orações não devem se prolongar por mais de dez minutos. Depois de mudada a posição e de cantar ou ser feita [*] uma exortação quebrando a monotonia, então aqueles que desejarem podem orar. – {TS1 273.3}

Orações concisas
Todos devem considerar um dever cristão ser breves na oração. Digam ao Senhor exatamente o que querem, sem rodeios. Na oração particular, cada qual tem o direito de orar o tempo que lhe aprouver e de ser minucioso tanto quanto deseja. Poderá então orar pelos amigos e parentes. É a câmara o lugar onde podemos estender-nos sobre as nossas dificuldades, provações e tentações pessoais. Uma reunião regular de adoração a Deus não é o lugar de expor os assuntos particulares do coração. – {TS1 274.1}
Qual o objetivo de reunir-se? Porventura seria dar informação a Deus em oração, ou instruí-Lo contando tudo o que sabemos? Reunimo-nos para mutuamente nos edificarmos com o intercâmbio de idéias e sentimentos; para adquirirmos poder, luz e ânimo ao nos familiarizarmos com as esperanças e desejos uns dos outros; e ao orarmos com fé, sinceridade e fervor receberemos refrigério e vigor da Fonte de poder. Essas reuniões devem, pois, ser ocasiões sumamente preciosas e tornar-se atraentes a todos os que apreciem as coisas religiosas. – {TS1 274.2}
Temo que haja alguns que não levam suas dificuldades a Deus em orações particulares, reservando-as para as reuniões de oração, e ali querem compensar suas orações de vários dias. Esses podem ser considerados destruidores das reuniões de testemunhos e oração. Eles não emitem luz e a ninguém edificam. Suas orações frias e formais, e longos testemunhos refletindo sua apostasia projetam sombras. Todos se sentem aliviados quando finalmente se calam e é quase impossível dissipar as trevas e frieza que suas orações e testemunhos trouxeram à reunião. Segundo a luz que me foi dada, nossas reuniões devem ser espirituais e sociais, e não muito demoradas. O retraimento, o orgulho, a vaidade, o temor de homens devem ficar de fora. – {TS1 274.3}
Pequenas diferenças e preconceitos não devem ser ali introduzidos. Como numa família unida, simplicidade, mansidão, confiança e amor devem existir no coração dos irmãos e irmãs que se reúnem para reanimar-se e fortalecer-se ao partilharem seu conhecimento. – {TS1 275.1}
“Vós sois a luz do mundo” (Mateus 5:14), diz o divino Mestre. Nem todos têm em sua vida religiosa as mesmas experiências. A despeito de tais diferenças, eles se reúnem e em espírito de simplicidade e humildade compartilham suas experiências. Todos os que trilham o caminho do progresso cristão, devem e hão de ter experiências vivificantes, que ofereçam novidade e interesse. Uma experiência vivificante compreende tentações, provações e lutas cotidianas, como também esforços decisivos, vitórias, paz e alegria através de Jesus. A simples narração dessas experiências proporciona luz, força e conhecimento que ajudarão outros a progredir na vida espiritual. A adoração a Deus deve ser interessante e instrutiva para os que têm amor às coisas divinas e sagradas. – {TS1 275.2}

As reuniões que Jesus dirigia
Jesus, o divino Mestre, não viveu afastado dos filhos dos homens; para poder beneficiá-los, baixou do Céu à Terra onde eles estavam, para que a pureza e santidade de Sua vida se refletissem sobre a senda de todos, iluminando-lhes o caminho para o Céu. O Redentor do mundo procurou tornar Suas lições claras e simples, para que todos as compreendessem. Geralmente preferia o ar livre para Suas palestras. Não havia casa que comportasse a multidão que O seguia; mas tinha especiais motivos para ir às campinas e praias a fim de ministrar-lhes Suas lições e ensinos. Tinha ali uma vista majestosa da paisagem e utilizava cenas e objetos com os quais as pessoas de vida humilde estavam familiarizadas, para ilustrar-lhes as verdades importantes que lhes tinha a ensinar. Aos Seus ensinos costumava associar as obras de Deus na natureza. Os pássaros, que despreocupados entoavam seus cânticos; as flores dos vales, resplandecendo em suas belas cores; os lírios descansando em sua pureza no seio dos lagos; as árvores majestosas, as terras cultivadas, as ondeantes searas, o solo estéril, as árvores improdutivas, as eternas montanhas, os impetuosas correntes, o sol poente tingindo e dourando o horizonte — tudo isso Ele empregava para impressionar Seus ouvintes acerca das verdades eternas. Harmonizava as obras dos dedos de Deus no Céu e na Terra com as palavras de vida que Se lhes propunha imprimir na mente, para que, pela contemplação de Suas maravilhosas obras na natureza, Suas lições lhes fossem continuamente lembradas. – {TS1 275.3}
Em todos os Seus esforços Cristo procurou tornar interessantes os Seus ensinos. Sabia que a multidão cansada e faminta não podia receber benefício espiritual, e não Se esqueceu de suas necessidades materiais. Em certa ocasião realizou um milagre para alimentar cinco mil pessoas que haviam se reunido para ouvir de Seus lábios as palavras de vida. Quando anunciava a preciosa verdade aos Seus ouvintes, Jesus observava as coisas que O rodeavam. A paisagem geralmente atraía a vista de todos e despertava a admiração nos que eram amantes do belo. Ele podia exaltar a sabedoria de Deus nas obras da criação, e associar Seus sagrados ensinos, conduzindo a mente dos ouvintes através da natureza para o Autor da natureza. – {TS1 276.1}
Deste modo as paisagens, árvores, pássaros, flores do vale, colinas, lagos e o céu radiante eram associados na mente dos ouvintes com verdades solenes que se tornariam lembranças sagradas ao serem reconsideradas, depois de Sua ascensão aos Céus. –
Quando Cristo ensinava o povo, não empregava o tempo em orar. Não o sujeitava, como os fariseus, a longas e tediosas cerimônias e orações. Aos Seus discípulos ensinou como deviam orar: “E, quando orares, não sejas como os hipócritas, pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que vê o que está oculto; e teu Pai, que vê o que está oculto, te recompensará. E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que, por muito falarem, serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois a eles, porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós Lho pedirdes. Portanto, vós orareis assim.” Mateus 6:5-9. – {TS1 276.3}

Orações públicas
Cristo deu a entender a Seus discípulos que suas orações deviam ser breves, exprimindo exatamente o que desejavam, e nada mais. Sugeriu-lhes a extensão e substância das orações, que resumiam seus desejos de bênçãos temporais e espirituais, bem como a gratidão manifestada por elas. Quão compreensiva é essa Oração Modelo! Abrange as necessidades reais de todos. Um ou dois minutos é tempo suficiente para qualquer oração habitual. Casos haverá em que a oração é expressa de modo especial pelo Espírito de Deus, quando a súplica é feita no Espírito. O coração ardente anseia e suspira por Deus; o espírito luta como Jacó, e não se satisfaz enquanto não vir uma manifestação especial do poder de Deus. Isso é o que Deus deseja. – {TS1 277.1}
Muitos, entretanto, fazem orações secas em forma de sermão. Eles oram aos homens e não a Deus. Se estivessem orando a Deus e realmente compreendessem o que estavam fazendo, assustar-se-iam de sua audácia, pois estão dirigindo ao Senhor um discurso, em forma de oração, como se o Criador do Universo necessitasse de informações especiais a respeito do que se passa no mundo. Tais orações são como “o metal que soa ou como o sino que tine”. 1 Coríntios 13:1. Não são tidas em conta alguma no Céu. Os anjos de Deus e também os mortais que são obrigados a escutá-las, aborrecem-se delas. – {TS1 277.2}
Jesus foi encontrado muitas vezes orando. Retirava-Se para os bosques solitários ou para as montanhas, a fim de ali elevar Suas súplicas ao Pai. – {TS1 277.3}
Terminados os trabalhos e cuidados do dia, enquanto os cansados buscavam o repouso, Jesus dedicava tempo à oração. Não queremos desencorajar a oração, pois entre nós se ora e vigia muito pouco. E poucas orações são feitas com entendimento. Orações fervorosas e eficazes poderão ser feitas a todo tempo, e jamais fatigarão alguém. Essas orações atraem e reanimam a todos os que tomam interesse na devoção. – {TS1 278.1}
A oração particular é negligenciada, e essa é a razão por que, muitos apresentam orações longas, tediosas, que refletem apostasia, quando se reúnem para adorar a Deus. Querem, com suas orações, satisfazer os deveres negligenciados da semana inteira e oram demoradamente, esperando reparar assim a sua falta e acalmar a consciência que os acusa. Esperam pela oração conquistar o favor de Deus. Freqüentemente, porém, essas orações têm por conseqüência reduzir outros a seu baixo nível de trevas espirituais. Se os cristãos atendessem mais aos ensinos de Cristo quanto ao dever de orar e vigiar, o seu culto a Deus havia de provar-se mais racional. — Testemunhos Para a Igreja, 577-582. – {TS1 278.2}
Temos de reunir-nos em torno da cruz. Cristo, e Ele crucificado, tem de ser o tema de contemplação, de conversa, e de nossas mais jubilosas emoções. Devemos ter essas entrevistas especiais para o fim de conservar vivo em nossos pensamentos tudo que recebemos de Deus, e de exprimir nossa gratidão por Seu grande amor, e nossa boa vontade de confiar tudo nas mãos que por nós foram pregadas à cruz. Devemos aqui aprender a falar a língua de Canaã, a cantar os hinos de Sião. Pelo mistério e glória da cruz podemos estimar o valor do homem, e então veremos e sentiremos a importância de trabalhar pelos nossos semelhantes, a fim de que sejamos exaltados ao trono de Deus. — Testimonies for the Church 4:462 (1880). – {TS1 278.3} TESTEMUNHOS SELETOS, VOL. 1, pág. 278.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

QUANDO REGRAS OPRIMEM.

Fazer Regras de Ferro aos Outros, Desonra a Deus

Deus não justificará qualquer plano mediante o qual o homem, no mínimo grau oprima seu semelhante ou domine sobre ele. Logo que um homem comece a fazer uma regra férrea para os outros homens, ele desonra a Deus e põe em perigo sua própria alma e a alma de seus irmãos. Testimonies, vol. 7, pág. 181.- MENTE, CARÁTER E PERSONALIDADE.Pág. 54

domingo, 21 de setembro de 2014

QUAL ASSUNTO É O NOSSO PRAZER?

Gostamos de pensar nesse acontecimento, ou preferimos adiá-lo? Temos de colocar nossas afeições nas coisas de cima. Quanto mais falarmos de Jesus, mais Lhe refletiremos a divina imagem. Contemplando, transformamo-nos. Precisamos introduzir Cristo em nossa experiência religiosa. Quando vos reunis, seja a conversação sobre Cristo e Sua salvação. ... Quanto mais falarmos em Jesus, tanto mais de Seus incomparáveis encantos contemplaremos. — Manuscrito 60, 1886. – {Ma 336.5}
Os que não têm prazer em pensar e falar em Deus nesta vida, não fruirão a vida por vir, onde Deus estará sempre presente, habitando entre os Seus. Mas os que gostam de pensar em Deus estarão em seu elemento, respirando a atmosfera do Céu. Aqueles que, na Terra, acariciam o pensamento do Céu, achar-se-ão felizes em suas santas associações e prazeres. ... “Nunca mais haverá qualquer maldição contra alguém; e nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os Seus servos O servirão. E verão o Seu rosto, e na sua testa estará o Seu nome.” Apocalipse 22:3, 4. — The Review and Herald, 13 de Maio de 1890. – {Ma 336.6}

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

COM ÊNFASE NOS PEQUENINOS.

Crianças Pressionadas Demais, e Muito Cedo
Na sala de aulas está seguramente posto o fundamento para doenças de várias espécies. Mais especialmente, porém, o mais delicado de todos os órgãos - o cérebro - tem ficado muitas vezes permanentemente prejudicado por demasiado exercício. ... E a vida de muitos tem sido assim sacrificada por mães ambiciosas. Das crianças que, ao que parece, tiveram suficiente Pág. 62
força de constituição para sobreviver a esse tratamento, muitas há que levam através da existência os seus efeitos. A energia nervosa cerebral fica tão fraca, que depois que eles chegam à maturidade, é-lhes impossível resistir a muito esforço mental. A força de alguns dos delicados órgãos do cérebro parece achar-se exausta. E não somente a saúde física e mental das crianças tem sido posta em risco por mandá-las demasiado cedo à escola, mas elas têm perdido no sentido moral. Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 436.

Muito poucos reconhecem os benefícios do cuidado, da responsabilidade e experiência que as crianças trazem à família. ...
Uma casa sem crianças é lugar desolado. O coração dos habitantes está em perigo de tornar-se egoísta, de cultivar um amor pela sua própria situação, e consultar seus próprios desejos e conveniências. Acumulam compaixão para si mesmos, mas pouco têm para conceder a outros. O cuidado e a afeição para com crianças dependentes, remove a rusticidade de nossa natureza, faznos ternos e compassivos, e influi no desenvolvimento dos elementos nobres de nosso caráter. Testimonies, vol. 2, pág. 647.

Emoções Deprimentes São Prejudiciais à Saúde
É dever de todos cultivar um espírito prazenteiro, em vez de estar incubando tristezas e dificuldades. Muitos há que, deste modo, não só se fazem infelizes a si mesmos, mas também sacrificam a saúde e a felicidade a uma imaginação doentia. Há em seu ambiente coisas que não são aprazíveis, e seu semblante traz continuamente o sobrecenho carregado que, mais claramente do que o fariam palavras, expressam descontentamento.Pág. 63
Essas emoções deprimentes fazem-lhes grande mal à saúde, pois, estorvando o processo da digestão, interferem com a nutrição. Ao passo que o desgosto e a ansiedade não podem remediar um só mal que seja, podem eles causar grande dano; mas a disposição jovial e a esperança, enquanto iluminam o caminho dos outros, "são vida para os que as acham e saúde, para o seu corpo". Prov. 4:22. Signs of the Times, 12 de fevereiro de 1885.

Ao Tratar Doentes, Estudar a Mente
No tratamento do enfermo não se deveria esquecer o efeito da influência mental. Devidamente usada, essa influência proporciona um dos mais eficazes meios de combater a doença. A Ciência do Bom Viver, pág. 241.

A Doença Origina-se na Mente
Grande parte das doenças que afligem a humanidade tem sua origem na mente e só pode ser curada restaurando-se a saúde da mente. Existem muito mais pessoas do que imaginamos, que estão doentes mentalmente. A depressão produz muitos dispépticos, pois o problema mental tem uma influência paralisante sobre os órgãos digestivos. Testimonies, vol. 3, pág. 184.

Cristo Cura
Há uma enfermidade da alma que nenhum bálsamo pode alcançar, nenhum remédio curar. Orai por esses, e trazei-os a Jesus Cristo. Beneficência Social, pág. 71.

Atmosfera Provê Saúde e Vigor
Acima de tudo, devem os pais cercar os filhos de uma atmosfera de alegria, cortesia e amor. O lar em que habita o amor, e onde encontra expressão nos olhares, nas palavras e atos, é um lugar em que os anjos se deleitam em demorar-se. Pais, que a luz do amor, da jovialidade, e de um feliz contentamento entre em vosso próprio coração, e sua doce influência invada o lar.Manifestai espírito bondoso e paciente; animai vossos filhos, cultivando todas as graças que iluminarão a Pág. 64
vida doméstica. A atmosfera assim criada será para as crianças o que o ar e a luz do Sol são para o mundo vegetal,promovendo a saúde e o vigor do espírito e do corpo. Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, pág. 115.
MENTE, CARÁTER E PERSONALIDADE.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

SEDE DA PALAVRA QUE NÃO HAVERÁ MAIS.

Fome da palavra
Os que não apreciam, estudam e prezam ternamente a Palavra de Deus proferida por Seus servos terão por que lamentar-se amargamente no futuro. Vi que o Senhor, em juízo, andará no fim do tempo pela Terra; as terríveis pragas começarão a cair. Então os que desprezaram a Palavra de Deus, os que a tiveram em pouca conta, “andarão de mar a mar, e do norte até o oriente; correrão por toda parte, procurando a palavra do Senhor, e não a acharão”. Amós 8:12. Há na Terra uma fome de ouvir a Palavra. — Manuscrito 1, 1857. – {EF 234.3}EVENTOS FINAIS

DANIEL ERA UM FANÁTICO?

Hoje há entre os professos cristãos muitos que haveriam de julgar que Daniel era demasiado escrupuloso, e o sentenciariam como mesquinho e fanático. Eles consideram a questão do comer e beber como de muito pequena importância para exigir tão decidida resistência — tal que poderia envolver o sacrifício de todas as vantagens terrenas. Mas os que assim raciocinam, notarão no dia do juízo que se desviaram das expressas reivindicações de Deus e se apoiaram em sua própria opinião como norma para o que é certo e para o que é errado. Descobrirão que aquilo que lhes parecera sem importância não fora assim considerado por Deus. FEC, 78.

SERVOS DE DEUS SÃO DESPREZADOS.

Em todos os séculos os escolhidos mensageiros de Deus têm sido ultrajados e perseguidos; não obstante, mediante seus sofrimentos foi o conhecimento de Deus disseminado no mundo. Todo discípulo de Cristo tem de ingressar nas fileiras e levar avante a mesma obra, sabendo que seu inimigo nada pode fazer contra a verdade, senão pela verdade. Deus pretende que a verdade seja posta pela frente, se torne objeto de exame e consideração, a despeito do desprezo que lhe votem. O espírito do povo deve ser agitado; toda polêmica, toda crítica, todo esforço para restringir a liberdade de consciência, é um instrumento de Deus para despertar as mentes que, do contrário, ficariam modorrentas. – {MDC 33.2}MAIOR DISCURSO DE CRISTO.