sábado, 21 de outubro de 2017

QUANDO SE É APENAS UM PROFESSO CRISTÃO.

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Foi-me apresentado terrível quadro da condição do mundo. A iniqüidade alastra-se por toda parte. A licenciosidade é o pecado especial desta época. Jamais ergueu o vício a cabeça disforme com tal ousadia como o faz agora. O povo parece estar entorpecido, e os amantes da virtude e da verdadeira piedade acham-se quase desanimados por sua ousadia, força e predominância. A abundante iniqüidade não se limita apenas aos incrédulos e zombadores. Quem dera que assim fosse! mas não é. Muitos homens e mulheres que professam a religião de Cristo, são culpados. Mesmo alguns que professam estar esperando Seu aparecimento não estão mais preparados para esse acontecimento do que o próprio Satanás. T2-346.2

sábado, 9 de setembro de 2017

NO FINAL DA OBRA DE DEUS.

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“Nas cenas finais da história deste mundo, muitas destas crianças e jovens encherão de admiração o povo pelo seu testemunho em favor da verdade, o qual será dado de modo simples, no entanto com espírito e poder. Foi-lhes ensinado o temor do Senhor, e o coração se lhes abrandou por um estudo da Bíblia cuidadoso e acompanhado de oração. No próximo futuro, muitas crianças serão revestidas do Espírito Santo, e farão na proclamação da verdade ao mundo uma obra que, naquela ocasião, não pode bem ser feita pelos membros mais idosos das igrejas” (Conselhos aos Pais Professores e Estudantes, p. 166).

 “Frequentemente o Senhor me tem revelado que muitos pequeninos hão de ser levados ao descanso antes do tempo de angústia. Veremos nossos filhos outra vez. Encontrar-nos-emos com eles e os reconheceremos nas cortes celestes. Ponde no Senhor a vossa confiança, e não temais (Carta 196, 1899, Orientação da Criança, p. 566).

A VIDA NA NOVA TERRA.

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“Pois, quando ressuscitarem de entre os mortos, nem casarão, nem se darão em casamento; porém, são como os anjos nos céus” (Marcos 12: 25).

“Homens há hoje que expressam a crença de que haverá casamentos e nascimentos na Nova Terra; os que creem nas Escrituras, porém, não podem admitir tais doutrinas. A doutrina de que nascerão filhos na Nova Terra não constitui parte da “firme palavra da profecia”. (II Ped. 1:19.) As palavras de Cristo são demasiado claras para serem malcompreendidas. Elas esclarecem de uma vez por todas a questão dos casamentos e nascimentos na Nova Terra. Nenhum dos que forem despertados da morte, nem dos que forem trasladados sem ver a morte, casará ou será dado em casamento. Eles serão como os anjos de Deus, membros da família real.
Gostaria de dizer aos que defendem pontos de vista contrários a esta clara afirmação de Cristo: Sobre este assunto, o silêncio é eloquência. É presunção condescender com suposições e teorias a respeito a assuntos que Deus não tornou claros para nós em Sua Palavra. Não precisamos entrar em especulação quanto ao nosso estado futuro…
O Senhor tomou todas as providências para nossa felicidade na vida futura. Todavia, Ele não fez nenhuma revelação quanto a estes planos, e não devemos cogitar a respeito deles. Nem devemos medir as condições da vida futura pelas condições desta vida” (A Fé Pela Qual Eu Vivo, p. 366).

“As coisas reveladas são para nós e nossos filhos, mas não devemos permitir que nossa imaginação fabrique doutrinas concernentes a coisas não reveladas” (Medicina e Salvação, p. 100).

“Não haverá tristeza na cidade de Deus. Nenhum véu de infortúnio, nenhuma lamentação de esperanças frustradas e afeições sepultadas serão jamais ouvidas… Aqueles cuja vida esteve escondida com Cristo, os que na Terra combateram o bom combate da fé, resplandecerão com a glória do Redentor no reino de Deus…” (Testemunhos para a Igreja, p. 287).

UM ENCONTRO ETERNO ENTRE PAIS E FILHOS

Promete-se um reencontro entre pais, filhos e amigos. Veremos novamente os nossos filhos. Encontrar-nos-emos com eles e os reconheceremos nos átrios celestiais Carta 196, 1899 (Conducción del Niño, pp. 536).

Crianças são levadas pelos santos anjos aos braços de suas mães. Amigos há muito separados pela morte, reúnem-se, para nunca mais se separarem, e com cânticos de alegria ascendem juntamente para a cidade de Deus (O Grande Conflito, p. 645).

Ali os redimidos conhecerão como são conhecidos. O amor e simpatias que o próprio Deus plantou na alma, encontrarão ali o mais verdadeiro e suave exercício. A comunhão pura com os seres santos, a vida social harmoniosa com os bem-aventurados anjos e com os fiéis de todos os tempos, que lavaram suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro, os sagrados laços que reúnem “toda a família nos Céus e na Terra” – tudo isso concorre para constituir a felicidade dos remidos (Lar Sem Sombras, p. 217).

Sua fé pode ver os amados e os que partiram, reunidos, entre os remidos da Terra. Se você for fiel, dentro em pouco estará caminhando com eles pelas ruas da Nova Jerusalém, cantando o cântico de Moisés e do Cordeiro, na fronte a coroa adornada de jóias… Carta 71, 1878 (Nos Lugares Celestiais, p. 272).

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

O VERDADEIRO JEJUM.

305. O verdadeiro jejum, que deve ser recomendado a todos, é a abstinência de qualquer espécie estimulante de alimento, e o uso apropriado de alimento saudável e simples, que Deus proveu em abundância. Precisam os homens pensar menos acerca do que hão de comer e beber de alimento temporal, e muito mais acerca do alimento do Céu, que dará tono e vitalidade à experiência religiosa toda. — Carta 73, 1896; Medicina e Salvação, 283. – {CRA 188.3}
306. Agora e daqui por diante até ao fim do tempo, deve o povo de Deus ser mais fervoroso, mais desperto, não confiando em sua própria sabedoria, mas na sabedoria de seu Líder. Devem pôr de parte dias de jejum e oração. Pode não ser requerida a completa abstinência de alimento, mas devem comer moderadamente, do alimento mais simples. — The Review and Herald, 11 de Fevereiro de 1904. – {CRA 188.4}
307. Todo o jejuar do mundo não substituirá a simples confiança na Palavra de Deus. “Pedi”, diz Ele, “e recebereis.”... Não sois chamados a jejuar quarenta dias. O Senhor suportou esse jejum por vós, no deserto da tentação. Não haveria virtude em semelhante jejum; há, porém, virtude no sangue de Cristo. — Carta 206, 1908. – {CRA 189.1}
308. O espírito do verdadeiro jejum e oração é o espírito que rende a Deus mente, coração e vontade. — Manuscrito 28, 1900. – {CRA 189.2}

COMENDO E SE ALIMENTANDO, OU NÄO!

COMENDO E ALIMENTANDO-SE
283. A regularidade nas refeições deve ser fielmente observada. Coisa alguma se deve comer entre elas, nada de doces, nozes, frutas, ou qualquer espécie de comida. A irregularidade na alimentação arruína a saúde dos órgãos digestivos, com detrimento da saúde em geral, e da alegria. E quando as crianças chegam à mesa, não apetecem os alimentos sãos; desejam o que lhes é prejudicial. — A Ciência do Bom Viver, 384 (1905). – {CRA 180.1}

290. É costume bastante comum entre o povo do mundo, comer três vezes ao dia, além de comer a intervalos irregulares, entre as refeições; e a última refeição é em geral a mais abundante, sendo muitas vezes tomada justamente antes de deitar. Isto é transpor a ordem natural; uma refeição abundante nunca deve ser tomada tão tardiamente. Se essas pessoas mudassem sua prática, tomando só duas refeições ao dia, e coisa alguma entre elas, nem mesmo uma maçã, uma noz, ou qualquer espécie de fruta, o resultado se veria na forma de bom apetite e saúde muito melhorada. — The Review and Herald, 29 de Julho de 1884. – {CRA 181.4}

293. Muitos comem a toda hora, a despeito das leis da saúde. Depois, a mente fica obscurecida. Como podem os homens ser honrados com a iluminação divina, quando são tão descuidados em seus hábitos, tão desatenciosos para com a luz que Deus tem dado com relação a estas coisas? Irmãos, não é tempo de vos converterdes quanto a essas condescendências egoístas? — Obreiros Evangélicos, 241 (1892). – {CRA 182.3}
294. Três refeições ao dia, e coisa alguma entre elas — nem mesmo uma maçã — deve ser o limite máximo da condescendência. Os que vão além violam as leis da Natureza e sofrerão a penalidade. — The Review and Herald, 8 de Maio de 1983. – {CRA 182.4}

sábado, 5 de agosto de 2017

QUEM PASSARÁ PELO TEMPO DE ANGÚSTIA

Se quiserdes ficar firmes através do tempo de angústia, tereis de conhecer a Cristo e apropriar-vos do dom de Sua justiça, que Ele atribui ao pecador arrependido. The Review and Herald, 22 de novembro de 1892. – {ME1 363.2}